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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Brasileiro terá de pagar para ativar equipamento antifurto em carros

SãO PAULO – A partir de julho deste ano, os veículos voltados ao mercado interno deverão conter um equipamento antifurto, o que deve encarecê-los. Além disso, o proprietário terá de pagar para ativar o dispositivo, segundo ponderou o presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores), Sérgio Reze. “Ele não será útil se não pagar pela ativação”, ponderou. “E a pergunta que eu faço é: que garantia que eu terei de que o carro não será roubado?”. De acordo com Reze, certamente, a implementação do dispositivo irá aumentar os preços dos veículos, o que não está correto, tendo em vista os brasileiros já pagam tributos para que o Estado lhes garanta segurança. “é mais uma das medidas que visam a tapar o sol com a peneira”, declarou o presidente da Fenabrave. A necessidade de instalação de equipamento antifurto está na resolução 245 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que foi publicada em julho de 2007. Ela prevê a instalação em veículos novos saídos de fábrica, nacionais e estrangeiros. Nesta resolução, já estava determinado que caberia ao proprietário do veículo decidir sobre a habilitação do equipamento com os prestadores de serviço de rastreamento e localização, definindo tipo e abrangência. Na segunda-feira (1), o Contran publicou o calendário de implementação do sistema antifurto, que começa em julho deste ano. Sem redução do IPI Sobre outra medida que deve aumentar os preços dos veículos, que é o fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), Reze afirmou que o governo está sendo bem categórico e, por isso, não acredita que o incentivo será prorrogado mais uma vez. “A medida é ruim, mas ainda não tenho como avaliar as consequências”, afirmou. Para os automóveis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na terça-feira (2) que a redução do IPI acabará de forma gradual até o fim de março, como havia sido estabelecido. “Na semana passada, considerando os sinais claros de recuperação da economia, decidimos não renovar mais as reduções de IPI, uma vez que os nossos objetivos foram alcançados”, disse Lula.

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