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O som da verdadeira Música Sertaneja

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Profissão Repórter

Os políticos brasileiros destruiam as polícias, acabaram com o policiamente de trânsito, por isso são os grandes responsáveis por todas essas desgraças que estão acontecendo no trânsito brasileiro. Além disso, criam leis que sempre beneficiam os assassinos do volante, como essa de colocar aviso antes de radar. Seria o mesmo que colocar uma placa em algum lugar com seguinte aviso: “Cuidado, local com policiamento, não mate e não roube”! Isso, num pais um pouco mais sério, seria motivo de piadas. Nenhuma lei é eficiente se não tiver fiscalização, nem mesmo na Finlândia o país mais honesto do mundo.

Quando acontecem um crime como esse dessa semana, quando um jovem drogado assassinou a namorada e alega não se lembrar de nada, a imprensa faz o maior sensacionalismo em cima do caso. Quando um motorista Bêbado atropela e mata alguém, dá a notícia como mais uma acidente de trânsito, simplesmente. Nos dois casos devem haver prisão em flagrante e, no mínimo, uns 20 anos de cadeia, se não houver nenhum outro agravante que possa aumentar a pena.

Vejam nos vídeos do programa Profissão Repórter da TV Glogo, abaixo, o que o álcool, o excesso de velocidade, a falta de policiamento e a impunidade provocam no trânsito. Precisamos dar um basta nisso exigindo leis mais rígidas e policiamento ostensivo. Lugar de bandido é na cadeia, não atrás de um volante.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Maus hábitos que custam caro

Manutenção e cuidados

Muitos motoristas podem até não se tocar, mas certos hábitos praticados diariamente ao volante podem ser capazes de diminuir a vida útil de determinados componentes do veículo. Isso porque certas manias na direção comprometem o desempenho de itens importantes do carro.

Um péssimo hábito, e tão comum ao mesmo tempo, é esquecer o pé esquerdo apoiado sobre o pedal da embreagem. Tal atitude ocasiona desgaste de disco, molas e rolamentos do sistema de embreagem, diminuindo a vida útil em até 40%. Deixar o pé na embreagem nas ladeiras ou quando o sinal estiver fechado também causará problemas ao sistema.

Outro péssimo costume é dirigir com o braço esquerdo apoiado na janela. Além de render multa de quatro pontos na carteira de habilitação, o costume representa perigo ao motorista, que poderá não conseguir realizar manobras de emergência. Já quem costuma estacionar o carro com uma ou duas rodas sobre o meio fio também erra. Este hábito, ilegal, poderá ocasionar deformação na estrutura, afetar o balanceamento das rodas e o alinhamento.

E como o assunto são os pneus do carro, um mau hábito que todos os motoristas precisam perder é não calibrar os pneus a cada quinze dias. Isso porque se estiver acima ou abaixo da pressão recomendada pelo fabricante, os pneus apresentam desgaste irregular da banda de rodagem e, por tabela, vai ter reduzida a durabilidade, além de elevar o consumo de combustível.

Passar por quebra-molas transversalmente, com cada uma das rodas de uma vez, é outro ‘crime’. Neste caso, a suspensão é prejudicada, afetando buchas, amortecedores e rolamentos e até a carroceria—o ideal é passar as duas rodas ao mesmo tempo.

E por falar em suspensão, não se deve esquecer que ela também sofre danos se o motorista, ao dar de cara com buracos, frear imediatamente. Isso porque com as rodas travadas o impacto será muito maior, sobrecarregando os componentes da suspensão e também o sistema de freios. Neste caso, apesar do impacto, é melhor deixar que as rodas estejam em movimento.

Outro erro é esquecer a manutenção periódica. Alguns componentes podem ser verificados em casa, como é o caso do óleo do motor, do freio e da água do radiador. Convém também levar o carro ao mecânico de confiança pelo menos uma vez por ano ou sempre que for viajar para se certificar sobre a vida útil de determinados componentes do automóvel.

E não esqueça que o barato pode sair caro. Evite abastecer em postos com preços muito baixos ou sem bandeira, pois o combustível adulterado comprometerá o motor.

De olho na injeção eletrônica: Os carros equipados com injeção eletrônica, que representam a grande maioria, precisam de cuidados especiais. O primeiro deles é evitar esquentar o motor antes de sair de casa. Tal hábito não é necessário, uma vez que o próprio sistema de injeção eletrônica é capaz de programar o funcionamento e mandar o comando correto da mistura ar-combustível para o motor.

Outro péssimo hábito é tentar dar um tranco, caso o carro não pegue. Nos veículos com injeção eletrônica é erro grave, pois se a bateria estiver descarregada, a central eletrônica não funciona com menos de 8 volts. E, caso o motor venha a funcionar, existe sério risco de a correia dentada não segurar o tranco e quebrar.

O Dia (RJ)

Pateta no trânsito

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Inspeção veicular vai ser obrigatória em todo o Brasil

O Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) aprovou ontem a obrigatoriedade da inspeção veicular para veículos automotores, motociclos e similares no país. Todos os Estados deverão estabelecer um plano para efetivar a inspeção veicular em regiões que considerarem prioritárias, segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Meio Ambiente. Os municípios com mais de 3 milhões de veículos deverão necessariamente instituir o exame -segundo dados de maio do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), só a capital paulista tinha frota maior que esse limite. Hoje, apenas a cidade de São Paulo e o Estado do Rio de Janeiro têm inspeção obrigatória. O monitoramento obrigatório, no entanto, poderá ser feito em apenas parte da frota licenciada de cada local. Isso será definido pelo órgão responsável, de acordo com a determinação do Conama. A intenção do teste, que vale para veículos alimentados com qualquer tipo de combustível, é controlar a emissão de poluentes -ao identificar falhas de manutenção e alterações no veículo que aumentem tal emissão. O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) estima que o ajuste dos motores pode reduzir em até 50% a emissão de poluentes no trânsito. A redução das emissões, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, vai refletir na questão do aquecimento global. Sem passar pelo exame periódico, ou se for reprovado nele, o veículo não obterá o licenciamento anual. A resolução deverá ser publicada até o fim de novembro. A partir daí, órgãos estaduais de meio ambiente e municípios terão um ano para regulamentar a aplicação da medida, segundo um plano de controle de poluição veicular. Essa diretriz dirá, por exemplo, qual a frota alvo da medida (como carros com mais de cinco anos) e a periodicidade da revisão. De acordo com nota do ministério, os programas serão implantados prioritariamente em regiões que apresentem, com base em estudo técnico, comprometimento da qualidade do ar devido às emissões de poluentes pela frota circulante. A inspeção veicular ambiental obrigatória para carros de passeio, que teve início neste ano na capital paulista, enfrenta adesão abaixo do estimado pelo governo local -principalmente no caso das motos. A multa para quem for flagrado sem a inspeção concluída é de R$ 550.

Empresas de transporte coletivo serão obrigadas a informar sobre direito a indenização por acidente

As empresas de transporte público coletivo rodoviário, interestadual e internacional poderão ficar obrigadas a informar aos passageiros sobre o direito a receberem indenização em caso de acidente de trânsito. Proposta nesse sentido foi aprovada nesta quarta-feira (21) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), por meio de substitutivo do senador Wellington Salgado (PMDB-MG) a projeto de lei da Câmara dos deputados. Pela proposta (PLC 68/04), as empresas deverão informar sobre o direito a receber indenizações referentes ao Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat) e Seguro de Responsabilidade Civil dos Transportadores. A divulgação, conforme a matéria, será feita mediante cartaz de fácil leitura, disposto em local visível nos guichês de venda de bilhetes de passagem e ainda nota de fácil leitura no verso dos bilhetes de passagem. Ainda pelo substitutivo, o texto de divulgação deverá informar os diferentes valores de indenização a serem pagos aos beneficiários do Dpvat, em função do tipo de dano pessoal, bem como o valor do Seguro de Responsabilidade Civil contratado pela empresa de transporte, destinado à reparação de danos causados aos passageiros do transporte interestadual e internacional, em caso de acidente de trânsito. Para o autor da proposta, o então deputado Ronaldo Vasconcellos, a informação sobre o direito ao seguro é fundamental, especialmente devido ao fato de grande parte dos usuários serem de baixa renda, para quem o auxílio material em situações críticas é "significativo". Em seu substitutivo, Wellington Salgado excluiu do texto a abrangência da indenização ao transporte intermunicipal que constava da proposta original, já que, pela atual legislação, esse tipo de transporte não é abrangido pelo Seguro de Responsabilidade Civil. A matéria ainda será apreciada pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), antes de ser votada em plenário. Valéria Castanho e Cristina Vidigal / Agência Senado

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mudança no Código prevê Lei Seca mais rigorosa

13/10/2009 O Globo

A revisão do Código de Trânsito Brasileiro - elaborado em 1997 - caminha para sua reta final na subcomissão criada na Câmara exclusivamente para esta finalidade e que amanhã se reúne para discutir os principais pontos de divergência. Em jogo estão a modificação de 42 artigos e o acréscimo de outros 12. As mudanças mais polêmicas são o endurecimento da Lei Seca, o aumento do valor das multas, a proibição de motociclistas andarem em corredores entre os carros (em zigue-zague) e a vedação de que condutores de transporte de passageiros e motoristas de carga dirijam mais de quatro horas sem descanso. Um dos artigos em estudo determina que os motoristas envolvidos em acidente tenham que passar pelo bafômetro ou exame de sangue para determinar se houve consumo de álcool, mudando a Lei Seca. Antes, apenas quando o condutor provocava suspeita de ter bebido é que era obrigado a se submeter ao teste. A proposta é endurecer ainda mais com quem se recusa a passar pelo bafômetro. Hoje, quem for flagrado em uma blitz com sintomas de embriaguez e não quiser fazer o exame tem seu carro e carteira de habilitação apreendidos, mas pode ir para casa. Os deputados querem obrigar esses motoristas a serem encaminhados à delegacia. A proposta que será apresentada pela comissão também entra na seara dos municípios - que integram o Sistema Nacional de Trânsito. Atualmente, pequenas motos com menos de 50 cilindradas (mobiletes e scooters) são registradas pelo órgão de trânsito de cada cidade. Os deputados querem que tais veículos sejam regulamentados pelo Denatran, que é um órgão federal. Proposta prevê descanso de meia hora após 4 horas Sobre a proibição de que condutores de transporte de passageiros e motoristas de carga dirijam mais de quatro horas sem descanso, a mudança proposta estabelece que ele terá de parar por meia hora, após ter dirigido pelo período máximo. Em seguida, poderá continuar viagem por mais um turno de quatro horas, quando deverá fazer um novo descanso de 15 minutos. Caso ele não tenha onde parar para dormir, poderá dirigir por mais, no máximo, duas horas. No total, o turno do motorista não poderá exceder dez horas na estrada. Depois de alcançada esta carga horária, o motorista deverá encostar o veículo e encerrar o expediente por 12 horas. Este artigo já havia sido aprovado pelo Congresso e vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A comissão está reincluindo o assunto na pauta. - Alguns argumentam que não poderíamos estar tratando disso na discussão do código de trânsito porque trata de lei trabalhista. Isso não é lei trabalhista, estamos regulamentando a segurança do trânsito - afirma o deputado Hugo Leal (PSC-RJ), presidente da subcomissão. Esses pontos ainda não são consenso e devem esquentar a discussão na comissão.

E eu pergunto: Quem vai fiscalizar? Sem fiscalização, essas mudanças vão resolver muito pouco.

Tião Camargo

Ônibus dão exemplo de imprudência e má educação no trânsito

Nos últimos dois dias, 40 pessoas ficaram feridas em dois acidentes graves com ônibus. Os passageiros dizem que são tratados como gado. E o Ministério Público recebe centenas de reclamações todo mês. Veja no Bom Dia Brasil.

Espanha, recordista em acidentes de trânsito na Europa

Espanha é recordista em acidentes de trânsito na Europa. O doutor Marcos Musafir, representante brasileiro da Organização Mundial de Saúde, fala sobre o assunto. Veja no Em Cima da Hora.

Nesse vídeo, o Dr. Marcos, ortopedista, assim como a maioria de nossa autoridades de trânsito, insiste em dizer que a melhor saída é a educação, nunca admitem que falta de policiamento. Se educação resolve, a Espanha, país de primeiro mundo, não estaria nessa situação. No Brasil o policiamento de trânsito, simplesmente, acabou. Nós temo polícia, postos policiais, etc., não policiamento mesmo, nada, ou quase nada. Quem desrespeita um regra de trânsito, mata e/ou fere alguém, deveria ser preso em flagrante, sem direito à fiança. Só com isso, diminuiríamos mais da metade dos acidentes.

Tião Camargo

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Moto-táxi é solução para o problema de transporte?

Página Publicada em: outubro, 7 de 2009 as 4:59 pm. Na Categoria: Notícias.
Ana Maria Braga recebeu no Mais Você o presidente do Contran, Alfredo Peres, e o professor de Urbanismo da USP, Jaime Waismann, para debater a regulamentação dos mototaxistas no Brasil. Confira a matéria e o debate no Mais Você de hoje:

 

Minha opinião:

Se a Prefeitura de São Paulo não quer implantar o serviço de Mototáxi alegando o alto índice de acidentes que ocorrem com mototaxistas, então deve coibir o trabalho clandestino que existe há anos no município. Na verdade, estão lavando as mãos por falta de competência para gerir e fiscalizar o trânsito, fato que está ocorrendo em todo Brasil.

Na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, por exemplo, antes de se implantar o serviço de mototáxi, é preciso fazer com que os motoclistas primeiro respeito as leis de trânsito; usando capacete, pelo menos.

Tião Camargo

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Para matar saudade

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CEGONHEIRA FORD F 6 – 1952 - LEVANDO ALGUNS AUTOS FORD

Não são da minha época, mas são bonitos hein!

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Sem dúvida Wladecir, são muito bonitos! É do ano em que eu nasci!

Tião Camargo

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CEGONHEIRA FORD – 1948 – LEVANDO ALGUNS MERCURYS – 1951

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CEGONHEIRA FORD F 5 E ALGUNS AUTOS FORD – 1951

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MESMA FOTO ANTERIOR - FRENTE CEGONHEIRA FORD F 5 E ALGUNS AUTOS FORD – 1951

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FORD COE CEGONHEIRA  – 1942 LEVANDO FORD 1946 C/ PICK UP FORD 1946

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Tacógrafos armazenam informações de veículos

Tacógrafos funcionam como caixas-pretas de caminhões, vans e ônibus escolares

Terça-feira, 29/09/2009

Para tentar diminuir a imprudência e garantir mais segurança nas ruas, todos os ônibus e vans terão que instalar um tacógrafo até o fim do ano. O equipamento registra os movimentos do motorista.

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Desculpe-me os cidadãos - inclusive da imprensa - mas o tacógrafo é obrigatório há mais de 20 anos, mas apartir de 1.º de janeiro de 1999, está assim regulamentado: em todos os veículos de transporte de carga com capacidade máxima de tração superior a 19t e peso bruto total superior a 4536 kg fabricados entre 1991 e 1999 em diante. Obriga ainda a colocação em todos os veículos de transporte de escolares, de cargas perigosas e de passageiros com mais de dez lugares (ônibus e microônibus) mesmo que sejam anteriores a 1991. O mesmo regulamento desobriga os veículos de carga comuns fabricados antes de 1991 de instalar o equipamento.

Tião Camargo

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Contran está proibido de cancelar CNHs sem recadastramento

Página Publicada em: setembro, 30 de 2009 as 9:38 am. Na Categoria: Notícias – Jornal Gazeta do Povo

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) está impedido de cancelar carteiras de habilitação (sem fotos) de motoristas que não se recadastraram até agosto de 2008. Numa ação civil pública impetrada pelo Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal considerou nula a resolução número 276 do Contran, sobre o tema. A cassação das carteiras já estava suspensa por efeito de liminar desde dezembro.

A decisão, da 22ª Vara da Justiça Federal de Minas Gerais, vale para todo o território nacional. A resolução 276 dava o prazo até 10 de agosto de 2008 para que os portadores de habilitações expedidas antes do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) se recadastrassem nos departamentos estaduais de trânsito. O objetivo era substituir as carteiras antigas pelo modelo atual com foto e assinatura digitalizada.

O descumprimento da resolução acarretou em cancelamento sumário da habilitação. Milhares de motoristas tiveram as carteiras canceladas em todo o Brasil.

Segundo o procurador da República, Fernando Almeida Martins, apenas em São Paulo e Rio de Janeiro, cerca de 3 milhões de motoristas foram prejudicados. Na opinião dele, que é autor da ação, a resolução do Contran é ilegal e inconstitucional sob vários aspectos.

Martins destacou nesta terça-feira (29), dia em que o MPF divulgou a decisão, o fato de todas as informações dos bancos de dados terem sido apagadas, como se as carteiras de habilitação canceladas jamais tivessem existido.

Outro argumento do MPF, considerado pela Justiça Federal, foi a falta de publicidade sobre a resolução do Contran. Muitos motoristas perderam suas carteiras sem sequer terem conhecimento da exigência de recadastramento.

Paga menos quem é mais prudente

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Página Publicada em: setembro, 30 de 2009 as 6:24 pm. Na Categoria:
Notícias

Pelo menos quando o assunto é seguro do automóvel as mulheres continuam le­­vando vantagem em relação aos homens. Mas desde que tenham o mesmo perfil. As empresas do setor ainda consideram as clientes do sexo feminino mais pru­­dentes no trânsito e responsáveis por estragos menos significativos quando se envolvem em acidentes. Algumas seguradoras oferecem serviços diferenciados para a mulher, mas todas elas têm em comum preços menores. A dife­ren­ça nos valores é, em média, de 6%.

Ramiro Fernandes Dias, diretor Executivo do Sindicato das Segu­radoras no Paraná e Mato Grosso do Sul, diz que há cerca de cinco anos era menos frequente a oferta de preços diferenciados para as mulheres, ao contrário do que acontece hoje. Até mesmo na faixa de 18 a 24 anos de idade, completa Dias, quando o seguro é mais caro para ambos os sexos, elas pagam menos. “Há empresas que colocam em seus produtos alguma per­­fumaria, como motorista ou serviço de táxi, por exemplo”, co­­menta o diretor do sindicato.

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