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sábado, 11 de julho de 2009

Estados esquecem bafômetros

A Crítica /AM - 09/07/2009

Duzentos e cinco bafômetros comprados pela União para serem distribuídos a oito Estados estão desde junho nos armazéns do Ministério da Justiça, aguardando a retirada. Os aparelhos, usados nas operações para identificar motoristas que dirigem depois de ingerir bebidas alcoólicas, fazem parte de uma compra de 10 mil unidades encomendada pelo ministério, logo depois da entrada em vigor da lei seca. “Gostaríamos não só que os Estados buscassem os aparelhos, mas que os colocassem em uso”, afirmou o secretário executivo da pasta, Luiz Paulo Ferreira Barreto.

A compra de bafômetros foi feita diante da constatação de que havia uma quantidade muito reduzida do aparelho no País. “São Paulo, por exemplo, tinha três”, contou Barreto, durante audiência na Câmara dos Deputados para discutir os efeitos da nova lei.

Cada bafômetro foi comprado, por meio de licitação internacional, por R$ 7.500. Os Estados recebem o aparelho gratuitamente, mas precisam desembolsar o valor do frete. O Ministério da Justiça informou que deram as justificativas mais variadas para o atraso na retirada dos kits. Alguns alegam a falta de recursos para providenciar o frete; outros nem responderam ao pedido.

Os Estados que não providenciaram a retirada dos aparelhos são Acre , Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Norte e Sergipe. Procurada pela reportagem, a direção do Detran-AM, por meio da assessoria de comunicação, não se manifestou até o fechamento desta edição.

Espírito Santo O subsecretário de Integração Institucional da Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo, André Garcia, afirmou que na próxima semana dois carros e seguranças deverão ir a Brasília para fazer a retirada dos bafômetros. “Não fizemos antes porque havia dúvidas sobre a melhor forma de fazer a operação. A idéia inicial era fazer o transporte por via aérea, mas ficaria muito caro”. Barreto usou o exemplo dos bafômetros para mostrar que a fiscalização de motoristas que dirigem sob efeito de álcool ainda tem um longo caminho a percorrer.
ENVIADO POR:
Waldecir Antonio José da Cunha
Instrutor/SENAT/Bauru

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